A
banalização da violência urbana e os crescentes índices de criminalidade
amedrontam cada vez mais a população brasileira. Não se vive hoje sem o medo
constante da agressão física ou moral; não se consegue mais estabelecer um
sentimento de segurança plena.
O
quadro se agrava com a constatação da incapacidade da
polícia em controlar ou diminuir essa onda de violência utilizando-se do
sistema tradicional de Segurança Pública. Isso porque a ação isolada das
diversas forças policiais e o policiamento repressivo, feito exclusivamente por
homens fardados, caracterizado pelo excesso de burocracia e pela má formação
dos oficiais, já não é suficiente. Essa violação diária da ordem pública,
contudo, está prestes a extrapolar o limite do suportável pelo homem, se é que
já não extrapolou.
O caminhar da humanidade está numa
encruzilhada: ou se faz alterações sérias nas políticas de segurança pública,
ou se chegará ao estado da inviabilidade da vida na Terra. Conhecer e estudar o
sistema constitui o primeiro passo na luta contra a violência. Mas não bastam.
É
preciso o engajamento sincero e comprometido dos que acreditam na mudança. É
preciso que se elaborem medidas realmente eficazes e possíveis de serem
executadas, despidas de toda e qualquer intenção eleitoreira. É preciso uma
mudança de mentalidade, em que as pessoas não aceitem passivamente a violência,
e realmente lutem contra ela. É preciso que se restaurem valores éticos e
morais, de preservação da dignidade humana. É preciso que as pessoas se unam em
prol de um mesmo objetivo. Enfim, é preciso uma mudança de paradigmas, o que requer tempo e esforço.
Nessa busca pela construção de uma nova consciência é que se pretende dar
ênfase à responsabilidade da sociedade pela segurança pública, prevista no art.
144 da Constituição Federal. Para tanto,
revelam-se primordiais os programas de policiamento comunitário, que estreitam
as relações entre a polícia e
a comunidade e incentivam uma política de segurança preventiva. Diante disso, e
com o intuito de encontrar soluções efetivamente fortes, será feita uma
abordagem alternativa da questão da segurança, através de um estudo detalhado
sobre os programas de policiamento comunitário, com destaque ao existente no
Ceará, realizado pelos Conselhos Comunitários de Defesa Social, hoje coordenado
pela Secretaria de Segurança Pública e Cidadania do Estado.
Ciente
de que não existem fórmulas milagrosas para combater os
problemas sociais, pretende-se, pois, contribuir para uma
melhoria na segurança dos cidadãos, na tentativa de resgatar valores de
convivência pacífica e harmoniosa entre as
pessoas. A partir da conjugação de esforços e do apoio da ação da sociedade civil
organizada, será proposta uma nova forma de pensar a segurança pública, uma
nova forma que depende antes de tudo vontade sincera e consciente de cada
indivíduo que integra a sociedade.
A banalização da violência urbana e os
crescentes índices de criminalidade amedrontam cada vez mais a população
brasileira. Não se vive hoje sem o medo constante da agressão física ou moral;
não se consegue mais estabelecer um sentimento de segurança plena.
O quadro se agrava com a constatação da
incapacidade da polícia em
controlar ou diminuir essa onda de violência utilizando-se do sistema
tradicional de Segurança Pública. Isso porque a ação isolada das diversas
forças policiais e o policiamento repressivo, feito exclusivamente por homens
fardados, caracterizado pelo excesso de burocracia e pela má formação dos
oficiais, já não é suficiente. Essa violação diária da ordem pública, contudo,
está prestes a extrapolar o limite do suportável pelo homem, se é que já não
extrapolou.
O caminhar da humanidade está numa
encruzilhada: ou se faz alterações sérias nas políticas de segurança pública,
ou se chegará ao estado da inviabilidade da vida na Terra. Conhecer e estudar o
sistema constitui o primeiro passo na luta contra a violência. Mas não bastam.
É preciso o engajamento sincero e
comprometido dos que acreditam na mudança. É preciso que se elaborem medidas
realmente eficazes e possíveis de serem executadas, despidas de toda e qualquer
intenção eleitoreira. É preciso uma mudança de mentalidade, em que as pessoas
não aceitem passivamente a violência, e realmente lutem contra ela. É preciso
que se restaurem valores éticos e morais, de preservação da dignidade humana. É
preciso que as pessoas se unam em prol de um mesmo objetivo. Enfim, é preciso
uma mudança de paradigmas, o que
requer tempo e esforço. Nessa busca pela construção de uma nova consciência é
que se pretende dar ênfase à responsabilidade da sociedade pela segurança
pública, prevista no art. 144 da Constituição Federal. Para tanto, revelam-se primordiais os
programas de policiamento comunitário, que estreitam as relações entre a polícia e a comunidade e
incentivam uma política de segurança preventiva. Diante disso, e com o intuito
de encontrar soluções efetivamente fortes, será feita uma abordagem alternativa
da questão da segurança, através de um estudo detalhado sobre os programas de
policiamento comunitário, com destaque ao existente no Ceará, realizado pelos
Conselhos Comunitários de Defesa Social, hoje coordenado pela Secretaria de
Segurança Pública e Cidadania do Estado.
Ciente de que não existem fórmulas
milagrosas para combater os problemas
sociais, pretende-se, pois, contribuir para uma melhoria na
segurança dos cidadãos, na tentativa de resgatar valores de convivência
pacífica e harmoniosa entre as pessoas. A
partir da conjugação de esforços e do apoio da ação da sociedade civil
organizada, será proposta uma nova forma de pensar a segurança pública, uma
nova forma que depende antes de tudo vontade sincera e consciente de cada
indivíduo que integra a sociedade.
Por: Tony Felício
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